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Nanopartícula revestida com antibiótico elimina bactérias resistentes

6/25/2017

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Em artigo na Scientific Reports, grupo do CNPEM mostra que recobrir com ampicilina torna partículas de prata e sílica seguras para células humanas e mortais para microrganismos resistentes

Uma nova estratégia para combater bactérias resistentes a antibióticos foi descrita por pesquisadores brasileiros na revista Scientific Reports, do grupo Nature.
O método consiste em revestir nanopartículas feitas de prata e sílica – potencialmente tóxicas para os microrganismos e também para as células humanas – com uma camada de antibiótico. Desse modo, por afinidade química, o nanofármaco age apenas sobre os patógenos, tornando-se inerte ao organismo.
“Nós usamos o antibiótico como uma espécie de isca e, assim, conseguimos levar a nanopartícula até a bactéria com uma grande quantidade do fármaco. A ação combinada da droga com os íons de prata foi capaz de matar até mesmo microrganismos resistentes”, contou Mateus Borba Cardoso, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

Apoiado pela Fapesp, o trabalho integra uma linha de pesquisa cujo objetivo é desenvolver sistemas para tornar seletiva a ação de nanopartículas.
Em artigos anteriores, o grupo mostrou que a estratégia pode ser viável para o tratamento do câncer, levando o quimioterápico às células tumorais e poupando as sadias (agencia.fapesp.br/23210). Pode também ser experimentada na inativação do vírus HIV, causador da Aids, em bolsa de sangue para transfusão, por exemplo (agencia.fapesp.br/23779).
“Há medicamentos comerciais que contêm nanopartículas que, de modo geral, servem para recobrir o princípio ativo e aumentar o tempo de vida deste dentro do organismo. Nossa estratégia é diferente. Decoramos a superfície da nanopartícula com determinados grupos químicos que servem para direcioná-la até o local onde deve agir, de modo seletivo”, disse Cardoso.
No artigo mais recente, o grupo descreve a síntese de nanopartículas formadas por um núcleo de prata recoberto por uma camada de sílica porosa para permitir a passagem de íons. Na superfície, foram colocadas várias moléculas do antibiótico ampicilina em um arranjo que, segundo Cardoso, não foi feito ao acaso.
“Por meio de modelagem molecular, conseguimos determinar qual parte da molécula de ampicilina interage melhor com a membrana bacteriana. Deixamos então todas as moléculas do fármaco com essa parte-chave voltada para o lado externo da nanopartícula, aumentando as possibilidades de interação com o patógeno”, explicou.
O trabalho de modelagem molecular contou com a colaboração de Hubert Karl Stassen, do Instituto de Química da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Avaliação de eficácia
O efeito do nanoantibiótico em comparação ao da ampicilina convencional foi avaliado em duas linhagens diferentes da bactéria Escherichia coli – integrante da flora intestinal de mamíferos que, em certas situações, pode causar intoxicação alimentar.
Na linhagem suscetível à ampicilina, praticamente 100% dos microrganismos morreram tanto com o fármaco convencional quanto com a versão combinada com a prata. Na linhagem resistente, porém, apenas o nanoantibiótico teve eficácia.
O passo seguinte foi testar o efeito sobre uma linhagem de células renais humanas. Enquanto a nanopartícula de prata e sílica sem o revestimento de ampicilina se mostrou extremamente tóxica, a ampicilina convencional e a versão combinada com a prata se mostraram igualmente seguras.
“As imagens de microscopia confocal mostram que, além de não ser tóxica, a nanopartícula revestida com ampicilina não interfere no ciclo celular. As fases da mitose seguem seu curso, sem qualquer alteração”, disse Cardoso.
Na avaliação do pesquisador, a mesma estratégia poderia ser usada no combate a outras espécies bacterianas que desenvolveram resistência a antibióticos. Também é possível variar o fármaco usado na superfície da nanopartícula, para tratar diferentes tipos de infecção.
Contudo, o sistema apresenta uma desvantagem: como prata e sílica são materiais inorgânicos, essas nanopartículas não são metabolizadas e tendem a se acumular no organismo.
“Ainda não sabemos onde ocorreria esse acúmulo e quais seriam os efeitos. Para descobrir, será necessário fazer testes em animais. De qualquer modo, continuamos aperfeiçoando o sistema de modo a torná-lo mais seguro”, disse Cardoso.
Uma das possibilidades é, no lugar da prata, colocar no núcleo um segundo antibiótico de espectro diferente. Outra opção seria desenvolver uma nanopartícula pequena o suficiente para ser excretada na urina.
De qualquer modo, na avaliação de Cardoso, o nanoantibiótico em sua forma atual poderia ser usado no tratamento de casos extremos, como o de pacientes com infecção hospitalar que não respondem aos antibióticos convencionais.
“O possível acúmulo de nanopartículas no organismo, nesses casos, seria um preço pequeno a pagar para evitar a morte”, disse. O grupo busca parceiros para a realização de testes em animais.
O artigo Defeating Bacterial Resistance and Preventing Mammalian Cells Toxicity Through Rational Design of Antibiotic-Functionalized Nanoparticles (doi:10.1038/s41598-017-01209-1), de Jessica Fernanda Affonso de Oliveira, Ângela Saito, Ariadne Tuckmantel Bido, Jörg Kobarg, Hubert Karl Stassen e Mateus Borba Cardoso, pode ser lido em www.nature.com/articles/s41598-017-01209-1.

Agência Fapesp


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Aberta a chamada de trabalhos para o VII ESOCITE.BR/tecsoc - 7º Simpósio Nacional de Ciência, Tecnologia e Sociedade que acontecerá em outubro, na Universidade de Brasília

6/19/2017

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Fonte: Esocite, 2017.
O evento VII ESOCITE.BR∕tecsoc, acontecerá nos dias 05 a 07 de outubro de 2017, na Universidade de Brasília, e contará com grupos temáticos (GTs), oficinas e minicursos, além de mesas-redondas, painéis e outras atividades na programação.
O prazo de submissão de resumos para os GTs já está aberto e se encerra no dia 23 de julho.

Mais informações sobre inscrições, instruções para chamada de trabalhos e programação, acesse: www.esocite2017.com.br/site/

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Projeto faz um levantamento sobre os produtos e empresas na área de NT na California

6/15/2017

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ImagemFonte: https://californiananoeconomy.org/
O projeto California in the NanoEconomy traz um levantamento detalhado sobre os produtos e empresas com atividades em nanotecnologia no estado da Califórnia, com a classificação dos produtos conforme o conceito de cadeia de valor da nanotecnologia.

​O conceito permite entender como a nanotecnologia agrega valor ao longo das atividades produtivas e não produtivas envolvidas e quais as interrelações entre as empresas na área.
 
Link para o projeto: https://californiananoeconomy.org/
Fonte: California in the NanoEconomy

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União Europeia lança portal sobre nanomateriais

6/15/2017

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ImagemFonte: www.carbono.net
​Lançado pela ECHA (Agência Europeia de Químicos) o European Union Observatory for Nanomaterials (EUON), portal que agrega inventários de produtos e documentos sobre as aplicações, perspectivas, riscos e regulação de nanomateriais. O objetivo é aumentar a transparência quanto aos nanomateriais no mercado europeu.
 
Link para o portal: https://euon.echa.europa.eu/
Link para o inventário de produtos contendo nanomateriais no mercado europeu (2010): http://www.rivm.nl/dsresource?objectid=e4ee4381-c757-4e86-8d8e-a0a82c3ff68f&type=org&disposition=inline
 
FONTE: European Union Observatory for Nanomaterials

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Novo laboratório experimental para pesquisa de nanotecnologia no Brasil é anunciado pela IBM

6/13/2017

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ImagemNanoLab da IBM. Fonte: Reuters


A IBM anunciou um novo laboratório experimental para pesquisa em nanotecnologia no Brasil. Trata-se do NanoLab que faz parte de um investimento de US$ 4 milhões da IBM no Rio de Janeiro, com foco em projetos relacionados à pesquisa em petróleo e gás, agricultura e saúde na América Latina, afirmou a empresa em comunicado.

Fonte: Reuters


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II Congresso Internacional de Nanotecnologia e o V Simpósio de Nanobiotecnologia e suas Aplicações (II CINA) acontecem em outubro, na Universidade FEEVALE

6/13/2017

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Fonte: II CINA/FEEVALE
A Universidade Feevale reunirá pesquisadores de renome internacional, estudantes e profissionais para uma discussão sobre a nanotecnologia e suas utilizações em outubro de 2017.

O II Congresso Internacional de Nanotecnologia e o V Simpósio de Nanobiotecnologia e suas Aplicações (II CINA), coordenado pela professora Luciane Rosa Feksa, acontecem de 25 a 27 de outubro, no auditório do prédio Azul, localizado no Câmpus II da Instituição. 

Os eventos têm o intuito de, além de promover a discussão sobre a nanotecnologia e suas aplicações, fomentar o desenvolvimento nanotecnológico em níveis regional, nacional e internacional. Entre os principais ministrantes, estão Fernando Ferreira Chiesa, doutor em Química pela Swedish University of Agricultural Sciencies (SLU, Uppsala, Suécia), e Gregory Svetlichny, mestre em Química, com ênfase em Biomateriais e Próteses pela Universidade Bordeaux 1, Bordeaux 2 e Institut National Santé et de la Recherche Médicale, França. 

Os prazos para inscrições e envio de trabalhos já estão abertos.
Confira a programação completa e as regras para inscrição e submissão de trabalhos no site: 
http://www.feevale.br/cursos-e-eventos/ii-cina-congresso-internacional-de-nanotecnologia-e-v-simposio-de-nanobiotecnologia-e-suas-aplicacoes

Fonte: FEEVALE
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Integrante do TESD apresenta trabalhos no IV Congresso Internacional de Riscos

6/5/2017

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A doutoranda do Programa de Pós-Graduação e Políticas Públicas da UFPR Josemari Poerschke de Quevedo participou, entre 23 e 26 de maio de 2017, do IV Congresso Internacional de Riscos, que ocorreu na Universidade de Coimbra, em Portugal. Com o tema Riscos e Educação, o evento contou com conferencistas como da Dra. Irina Pavlova, que falou sobre "Educação e ciência - um importante contributo para a redução dos riscos de catástrofe, o papel da UNESCO", além de pesquisadores, cientistas, estudantes, profissionais de segurança e riscos e professores que participaram de mesas redondas, conferências, workshops, apresentação de pôsteres e sessões paralelas de apresentação de trabalhos do evento liderado pelo presidente da Comissão Organizadora, professor Dr. Luciano Fernando Lourenço. A participação no evento também faz parte do estágio de doutoramento que a pesquisadora realiza no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, sob a tutela dos orientadores Dra. Chiara Carrozza e Dr. Tiago Santos Pereira.

No dia 23 de maio, Josemari Quevedo apresentou o trabalho "Regulação da nanotecnologia como inovação: o surgimento de um quadro de meta-inovação?", em coautoria com a orientadora, a professora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do Paraná  Dra. Noela Invernizzi. Neste artigo, são levantadas hipóteses de compreensão da inovação aliada às perspectivas de regulação institucional e social para uma inovação responsável visando a precaução sobre os riscos tecnológicos em torno da nanotecnologia.

O trabalho "Políticas ambientais sobre nanotecnologia: análise sobre a consciência do risco no Brasil", em coautoria com a professora de jornalismo da Uninter Dra. Eloísa Loose, foi apresentado no dia 25 de maio. Um mapeamento das ações públicas sobre nanotecnologia e seus riscos foi apresentado, sendo avaliado nesta ações como a questão dos riscos são trabalhadas nas iniciativas que circundam a política de desenvolvimento da nanotecnologia no Brasil.

Os dois trabalhos integraram o Painel I - Educação para a redução do risco, consciência do risco, percepção do perigo e cultura de segurança.

O evento encerrou no dia 26 de maio com a realização de três visitas técnicas a áreas de risco na região do Centro de Portugal. A doutorando do TESD integrou a excursão da visita técnica no Maciço da Gralheira, região montanhosa que enfrenta a problemática dos incêndios florestais. Além de como acontecem estes acidentes na região, resultantes de riscos naturais e humanos, também foi possível avaliar os riscos tecnológicos no terreno, considerando que no relevo em questão estão localizados parques eólicos com aerogeradores próximos à área de fogos. Além das explicações sobre o combate ao fogo, o trabalho de conscientização e como os agentes públicos buscam controlar os riscos, o grupo recebeu materiais explicativos e esteve em campo a maior parte do tempo conferindo in loco as formações decorrentes dos efeitos dos acidentes na serra, a transformação da vegetação e os cuidados com a população exposta.
Imagens: Josemari Quevedo

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Uso da nanotecnologia na produção de medicamentos biológicos

6/5/2017

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Grupo de pesquisadores desenvolve polimerossomos, um tipo de material inovador no Brasil para otimizar o tratamento de leucemia
Um grupo de pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, coordenado pela Profa. Carlota Rangel Yagui, em colaboração com Leandro Ramos Souza Barbosa do Instituto de Física, vem desenvolvendo projeto que utiliza uma tecnologia nova de nanopartículas para encapsular a L-asparaginase, enzima que constitui um remédio utilizado no tratamento de leucemia.

A leucemia linfoide aguda, explica Yagui, é um tipo de câncer raro, porém com alta incidência em crianças. A proteína L-asparaginase era utilizada normalmente no tratamento porém, em 2013, a empresa estrangeira de quem o Brasil importava o fármaco interrompeu o fornecimento, e como não há produção nacional da substância, o país ficou sem acesso. Diante disso, o professor Adalberto Pessoa Junior, também da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, iniciou um projeto de produção da substância que é extraída de bactérias. A pesquisa de Yagui é uma das vertentes deste projeto maior, que tem colaboração com diversas universidades do país e do exterior, incluindo o King’s College London.
Com o objetivo de encapsular a proteína, que é um dos fármacos essenciais recomendados pela Organização Mundial da Saúde, o grupo buscou desenvolver vesículas poliméricas. Os polimerossomos são um material muito novo, pouco estudado no Brasil, e foram escolhidos por permitir que se trabalhe melhor as suas características do que outros materiais usualmente utilizados como os lipossomos, por exemplo. Esses polimerossomos, Yagui explica, “são vesículas mais robustas, que permitem trabalhar com mais facilidade o tamanho das porções poliméricas e, dessa forma, ajustar as características para maior encapsulação da L-asparaginase e para a circulação de forma adequada no organismo”.
Em um ano e meio de estudos, os pesquisadores conseguiram preparar as vesículas e encapsular uma taxa de 15% da proteína, valor significativo neste tipo de processo. A importância de se produzir um material que envolva o fármaco são as melhorias que isso traz para o tratamento. Carlota explica que, sem essa tecnologia, a L-asparaginase tem efeitos colaterais como alergias e resistência do organismo. Encapsulada, a substância proteica consegue transitar pelo corpo por mais tempo e de forma mais efetiva. A professora explica que “como é um fármaco proteico, degrada mais fácil no corpo” e que “qualquer opção nanotecnológica que proteja esse fármaco e que consiga fazê-lo circular por mais tempo traz ganho em termos terapêuticos”, uma vez que o intervalo entre doses seria maior e as reações adversas no organismo menos frequentes.
Outro avanço que o uso da nanotecnologia traz para o tratamento da leucemia é um direcionamento indireto da terapia. Segundo Yagui, substâncias proteicas como a L-asparaginase têm dificuldade de penetrar em certos tecidos enquanto “nanoestruturas penetram melhor em tecidos tumorais do que em tecidos saudáveis e também em alguns tecidos específicos como, por exemplo, a medula óssea”.
As próximas etapas do projeto são testar a liberação e verificar a enzima encapsulada em linhagens de células tumorais.

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Representação esquemática e imagem de microscopia eletrônica de transmissão (MET) dos polimerossomos de PEG-PLA contendo a enzima L-asparaginase. (Fonte: Laboratório de Nanobiotecnologia da FCF/USP – Alexsandra Conceição Apolinário, Juliana Pachioni-Vasconcelos).
Fonte: Agência Universitária de Notícias da USP
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